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Escrito por João às 20h39
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esqueçam este, ABRI UM NOVO BLOG: www.bangalodosescritores.blogspot.com
Escrito por João às 18h52
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Ontem comi demais na casa da minha avó. Bebi e comi. Tinham outros convivas na mesa, mas a comilança foi tanta que a hora que a pança encheu deu um sono espetacular. Não conseguia ouvir estória que fosse sem bocejar, já estava curvado na cadeira, pedindo coca-cola, arrotando de lado no meio da frase, fui obrigado a deixar a mesa e deitar num puf que fica no jardim.
Acordei hoje inchado, a única vontade que eu tinha era de tomar um chá e caminhar. Deixei a lambreta na garagem e fui à pé pro trabalho. impressionante quando eu ando, o cérebro se põe a trabalhar pensando nas questões em aberto. Trabalho, namoro, o tempo passando. Ainda me chamam de jovem. Mas até quando? Como será a transição de jovem pra tio? Alguma crianças já me chamam de tio. Os adultos de jovem. E esta Doutor Arnaldo? Que merda de avenida horrorosa é esta? Fodidos entrando no hospital, trânsito, pixações, cemitério. Aí me vem em mente: Porra, eu moro nessa cidade há 30 anos. 30 anos! quanto lugar nesse globo infinitamente mais bonito deve existir. Colocando na balança: Enquanto o ônibus Estação da Luz passa lotado, na polinesia, neste exato instante deve estar passando um daqueles barcos no mar turquesa.
Fumaça de escapamento - brisa nos coqueiros; camelôs - balé de arraias; polícia no camburão - nativos; gorda de pouchete - nativa do cabelão sorrindo;
x-tudo com cheddar - mamão papaya; cimento - areia branca cinza - azul moleton - canga dinheiro - escambo privada - mato Será que eu me daria bem por lá, ou acharia tudo um tremendo tédio, beberia uma garrafa de rum/dia, engravidaria 20 nativas e seria enforcado no atol central? Êta crise existencial...
Escrito por João às 11h21
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LIVRO MUITO BOM QUE EU INDICO
Story - Substância, Estrutura, Estilo e os Princípios da Escrita de Roteiro
Diferente de outros livros, Story é sobre forma, não fórmula. Empregando exemplos de mais de cem filmes, Mckee usa uma filosofia que vai além das regras rígidas para identificar os elementos mais elucidativos que distinguem estórias de qualidade das outras. Começando com definições básicas - o que é um beat? Uma cena? Uma seqüência? O clímax de ato? O clímax do filme? McKee não apenas desvenda os mistérios da estrutura padrão de três atos, mas desmistifica estrutras incomuns como as de dois, sete e oito atos. Expõe as limitações de cada gênero, ressaltando a importância do tema, ambiente e atmosfera, e enfatiza a diferença de personagem versus caracterização. Recheado com exemplos de filmes como "Casablanca" e "Chinatown", Story disseca cenas clássicas, guiando-nos passo a passo para revelar não somente como uma cena funciona, mas por que ela funciona. Indo além dos fundamentos da composição para os valores duradouros e conflitos que separam os clássicos do clichê.
De:R$ 65.00 Por::R$ 55 Número de Páginas: 432 Autor: Robert Mckee Editora: Arte & Letra
Escrito por João às 11h23
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Escrito por João às 11h06
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Tento entender porque algumas pessoas dão certo e outras não. E quais os critérios deste certo ou errado.
Ontem na cama comecei a listar os amigos do colegial. Fulano, que era zoado, barriga, punheteiro, hoje vive em New York pagando um aluguel de 3,5 mil doláres na Big Apple.
O outro dirige comerciais e desfila numa Land Rover no caminho pra Ubatuba.
Aí tô andando de bibicleta por Pinheiros e vejo uma fisionomia que não me é estranha.
Aquela cabeça, braços. O cara estava com um labrador na coleira, um papagaio no ombro e uma sacola do Pão de açucar.
Chamei: Ei Cara! Ele virou. Não acreditei, ele mesmo.
papagaio no ombro e dentro da sacola um suflair, uma fanta laranja e dois maços de Free.
A outra tá ganhando uma puta grana. Me telefonou contando da vida. As mesmas questões de sempre...os homens. que são isso, aquilo, só tem canalha, quero ter filhos, ele não quer nada, engordei. Bom, ai pensei: os outros devem fazer de vez enquando a mesma pergunta:
Como é que tá aquele cara? O João, engraçado, escrevia umas coisas, cabulava aula,
depois entrou numas de virar boy e usar camisa m. officer gola rolê com calça jeans enfiadinha,
depois voltou a ser hippie chic, calças largas sem cueca. Será que o cara tá bem? Vingou? $$$$? Segredo...não vou contar.
Escrito por João às 11h00
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Para as moças que terminaram seus relacionamentos indico: Vai Passar!
É Possível Enfrentar e Superar o Fim de um Amor - e Ficar Ainda Melhor! Marni Kamins e Janice MacLeod
1a. edição, 2004
R$ 19,90
Para comprar pelo telefone ligue para 0800 140090
O fim de um relacionamento é muito doloroso e superar esse momento não é nada fácil. A partir de suas próprias experiências, Marni Kamins e Janice MacLeod escreveram 'Vai passar!'. Neste livro, sugerem formas criativas para lidar com as situações difíceis do fim de um namoro e mostram o que fazer para espantar a tristeza.
Título: Vai Passar! Subtítulo: É Possível Enfrentar e Superar o Fim de um Amor - e Ficar Ainda Melhor! Autor: Marni Kamins e Janice MacLeod Edição: 1a. edição, 2004 Idioma: Português Número de páginas: 180 páginas Formato: 13,8 cm x 15,8 cm (largura x altura) Especificação: Offset 90g, 2 cores, Brochura Peso: 194 gramas ISBN: 85-7402-585-2 Área: Autodesenvolvimento Pessoal
Escrito por João às 17h42
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VEM AÍ O CURTA MAIS ESPERADO DO ANO : PISCINA
AGUARDEM...
Escrito por João às 16h00
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Escrito por João às 11h14
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Passo de lambreta pela Vila Madalena. Entre os carros no lusco fusco bares cheios, gravatas, risadas, bundas no jeans. A lambreta no sinal meninas de 17, aos bandos, atravessam a faixa já não olham mais pra mim da mesma forma. Agora sou a transição do jovem pro tio engraçado. da barriga tanquinho pra barriga chopinho do topete pras suíças grisalhas dos dentes claros aos mais escuros do olhar débil pro mais triste. Será a ruína? Não acho. Agora posso ver o que não via O sinal abre, acelero minha lambreta vermelha
Escrito por João às 17h42
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O peso das coisas
Enquanto tento dormir sinto o peso das coisas
quando devo, pesa quando não, gás hélio
Deixar interferir? Não. Flutuar no tal hélio clarinete cobra coral
filete de água no riacho redemoinho de areia branca no meu calcanhar sem gravidade mergulhar de boca num peito e mamar
sem que continuem a me comer pelas bordas organizar o que vai dentro pra poder voar tranquilo a favor do meu vento
Escrito por João às 11h44
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A angústia transita.
Resolvido um problema seja ele de trabalho, amor a angústia escorrega assim como bolhas de mercúrio líquido pra onde tem espaço vago.
Se o problema é encontrar alguém amar Então vemos casais se beijando na praça, na novela, os amigos com namoradas, e tudo faz mal. A angústia lhe corroendo cobrando um alguém
Mas aí você finalmente encontra e toda a dor é esquecida. Chega a lembrar dos domingos de solidão do vazio que agora perderam importância.
Aí a angústia não encontra mais espaço no quisito amor. Você pensa que ela vai te deixar em paz mas ela escorrega, escorrega, escorrega até que encontra outro nicho Trabalho. Estou feliz no que faço? E começa tudo de novo...
Escrito por João às 15h02
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Escrito por João às 14h44
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Na cama durmo mal sinto falta lembro das várias, inúmeras noites sem ela e de como eram ruins tentava com vídeos, livros, música deixar de pensar mas nada consegue suprir o quentinho do seu corpo ainda que eu tente driblar pensamentos ainda que eu toque minha punheta ela ela fez e faz bem caiu por terra toda minha auto-suficiência conquistada na solidão parede de gesso frágil posso ter um cachorro? Posso. gatos? Yes. mas é ela e somente ela que preenche o vazio e me faz esquecer do resto
Escrito por João às 14h42
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Escrito por João às 14h33
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